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A energia e a Matéria,Psicossomática,
Os corpos Sutis e as terapias vibracionais

“Um nível crítico de confusão tem saturado o mundo contemporâneo. 
Nossa fé e nossos componentes espirituais da vida, na realidade vital de nossa consciência dos valores e de Deus, está sendo corroída sob o ataque implacável do materialismo científico.
Por um lado, recebemos de braços abertos os benefícios gerados por uma ciência que assume a visão mundial materialista. 
Por outro, esta visão predominante, não consegue corresponder às nossas intuições sobre o significado da Vida” 
Amit Goswami – Físico


Introdução:

Dentre os sistemas energéticos que nutrem o nosso corpo, os sistemas de energia bioquímica e neuroelétrica estão bem estabelecidos no circuito científico ocidental. 

Novos sistemas energéticos como a bioeletrônica (sistema eletrônico de base biológica) e a biofotônica (baseadas na luz) já estão sendo validados pelos cientistas. Contudo, nosso corpo também utiliza outros sistemas energéticos que envolvem um fluxo específico de energia talvez até mais importante do que os acima citados, como por exemplo a energia sutil.

Nosso corpo não é apenas sensível, mas energeticamente balanceado por ela.

Matéria é energia, e vibra. Pensamentos e emoções também geram energia. Portanto, nossos pensamentos e emoções afetam a matéria, já que são energias.

Desde que, no início do século XX, Einstein propôs sua célebre equação E = mc² a humanidade tomou consciência de que a matéria é uma das formas da energia se manifestar. Podemos dizer que a matéria é energia "cristalizada", ou seja, organizada e integrada de tal modo que ela adquire variados graus de densidades e vibrações em determinadas freqüências. Quanto mais baixa for a freqüência da vibração mais densa será a matéria e mais acostumados estarão os cinco sentidos em lidar com ela.

Desta forma, o chamado mundo físico (o mundo percebido pelos cinco sentidos) é constituído de matéria densa(sob um grau de densidade maior) e sutil(sob um grau de densidade menor), onde quando a freqüência da vibração é mais elevada, a matéria será mais sutil e mais difícil será de ser percebida pelos cinco sentidos.

Todo ser vivo é energia, e assim como tudo na natureza é composto de energia, cristalizada de forma densa ou sutil. Estes dois tipos de matéria se interagem formando a unidade Ser Vivo.

Tudo que existe e se manifesta no plano físico, desde uma pedra, uma planta até os animais e o homem, possui também uma manifestação de energia mais sutil, que pode ser chamada de CORPO ENERGÉTICO. 

A matéria sutil tem como característica ser mais expansiva. Ou seja, ocupa um espaço maior e é identificada ao redor do corpo como uma auréola de luz, que chamaremos de CORPOS SUTIS e que perpassam toda a matéria densa. Ou seja, eles "coabitam" na mesma área, sendo que a matéria sutil se expande ao redor do corpo denso.

Assim como o corpo físico, os corpos sutis são complexos e possuem sua própria função e "fisiologia". São importantíssimos frente à organização dos seres vivos, cuja troca constante de energia densa e sutil com o ambiente a sua volta se verifica a cada momento durante toda a expressão de vida do ser. Sem eles não há vida. Isto se dá porque os corpos sutis (ou os mórficos para Sheldrake), estão intimamente ligados com a emoção, energia física e equilíbrio dos órgãos. 

Energias ou padrões vibratórios exteriores ao ser podem influenciar seu padrão produzindo tanto desarmonia e conflito como cura, harmonia e evolução.

O pensamento e as emoções atuam como veículos de transformação da energia. A energia, quando processada tem qualidades, e o pensamento e as emoções são as maiores forças que direcionam o processamento desta energia. Uma emoção é capaz de abrir o ser para o meio exterior facilitando a troca energética ou, ao contrário, fechá-lo, ou seja, é capaz de tornar a energia do ser mais positiva ou negativa, dando ao organismo vivo características mais ou menos densas.

De acordo com as mais recentes pesquisas científicas, os animais são seres sencientes e isso se aplica a todos os animais vertebrados (mamíferos, aves, répteis, anfíbios, peixes).

Tal como os humanos, os animais também têm mentes e essas mentes são tão complexas quanto, diferindo das mentes humanas apenas no grau de complexidade, do mesmo modo em que a mente de uma criança é menos complexa do que a mente de um adulto humano, e não diferindo de gênero ou tipo de mente (do mesmo modo que, apesar das diferenças de complexidade, a mente de um adulto humano não é de tipo diferente da mente de uma criança humana – é apenas mais complexa). “Não existe nenhuma diferença fundamental entre o ser humano e os animais superiores em termos de faculdades mentais. A diferença entre a mente de um ser humano e de um animal superior é certamente em grau e não em tipo” – Charles Darwin

A senciência é a capacidade que um ser tem de sentir conscientemente algo,como por exemplo dor, medo, prazer, alegria e estresse, saudades, etc, ou seja, de ter percepções conscientes do que lhe acontece e do que o rodeia. 

Desta forma, independentemente do grau de inteligência que um animal possua, podemos concluir pelas leis da física que estas sensações, como a dor ou a agonia, ou as emoções, como o medo ou a ansiedade, estados subjetivos próximos do pensamento humano, geram energia e portanto compõe o mesmo campo sutil como vimos acima, acarretando nas mesmas consequências da influência dela para a harmonização do organismo.

Hoje em dia é muito mais comum a aceitação de doenças de fundo psicológico e emocional que vão se delineando também na medicina veterinária. Estados depressivos podem alterar comportamentos, mudar atitudes e predispor a doenças. Ansiedades podem provocar diarréias, apatias, automutilação, agressividade, abrindo porta para o acometimento de outras doenças.

Ainda complementando esta complexidade , nesta estreita relação entre os animais domésticos com seus donos, ambos estabelecessem uma certa unidade, onde dono e animal constituem um campo energético complexo, baseado na soma dos campos energéticos de cada um, considerando que pensamentos e emoções são e criam energias como vimos acima. Para a sua existência, seu equilíbrio, um pólo depende do outro. Se subtrairmos o primeiro, o segundo desaparecerá ou se reorganizará. Ou seja, por trás de cada polaridade, compreende-se uma unidade, a qual, uma vez em desordem, afeta a outra polaridade, então afetando a relação entre elas, ou seja, a unidade em si, onde o mais fraco, abre portas para o desequilíbrio, originando muitos sintomas e doenças, na tentativa inclusive do aprendizado em ambas as partes, já que compreendemos acima que os sintomas são uma tentativa de comunicação.

A base das doenças está num desequilíbrio interno, resultante da desarmonização das energias, provocada por sentimentos que levam ao sofrimento, por incapacidade objetiva de se lidar com eles, abrindo portas para o acometimento destas.

A partir daí, surgem as disfunções fisiológicas, pois a homeostasia do organismo vivo é influenciada diretamente pelos impulsos nervosos e pela conseqüente circulação dos diversos hormônios que são liberados de acordo com a qualidade da sua interação com o meio. 

Quando se instala um processo a nível físico, é porque o conflito já extravasou do nível nervoso para o nível celular, através das sinapses etérico-físicas, baixando a imunidade, culminando com um quadro que se traduz por doença física, com disfunção dos órgãos afetados, dor, etc.

Tomemos um exemplo:

Um automóvel possui vários indicadores luminosos que se acendem apenas quando existe alguma anomalia grave no funcionamento do veículo. Se, durante uma viagem, um desses indicadores se acende, ele contraria os nossos intentos. Em virtude do sinal, sentimo-nos na obrigação de interromper a viagem. 

Por mais que nos incomode parar, compreendemos que seria um disparate nos zangarmos com a luzinha; ao fim e ao cabo ela está a nos avisar da ocorrência de uma perturbação que nunca descobriríamos com a rapidez suficiente, na medida em que se encontra em algum recanto escondido e "inacessível". 

Interpretamos, portanto, o aviso que nos é dado como uma recomendação para chamarmos um mecânico que arranje o que houver para arranjar de maneira a que a luzinha se apague e possamos seguir viagem. Nos indignaríamos porém, e com razão, se, para o conseguir, o mecânico se limitasse a retirar a lâmpada. 

É óbvio que o indicador deixaria de sinalizar - e era bem isso que pretendíamos, o procedimento utilizado para consegui-lo seria, no entanto, demasiado simplista. Mais correto seria eliminar a causa que fez com que se acendesse o sinal, e não, retirar a lâmpada. Para tal, no entanto, será necessário desviar o olhar do sinal e dirigi-lo para zonas mais profundas a fim de averiguar o que é que não funciona. O sinal apenas queria avisar-nos e fazer com que nos perguntássemos o que é que não ia bem.

O sintoma, na temática que ora abordamos, não é mais do que o tal indicador luminoso do exemplo que acabamos de dar. Aquilo que se manifesta no corpo sob a forma de sintoma é a expressão visível de um processo invisível que pretende interromper através desse seu sinal a nossa rotina habitual, avisar-nos de que há uma anomalia e obrigar-nos a indagar qual possa ser. 

Também neste caso seria uma idiotice zangarmo-nos com o sinal, e não menos absurdo procurar suprimi-lo, impedindo assim a sua manifestação. Aquilo que devemos eliminar não é o sintoma mas sim a causa. Por conseguinte, se quisermos descobrir aquilo que o sintoma nos está a sinalizar, teremos de desviar o olhar do sintoma e procurar mais além.

Porém, a medicina moderna afigura-se incapaz de dar tamanho passo e é aí que reside o seu problema: deixa-se deslumbrar pelo sintoma. Por essa razão equipara sintoma e doença, ou seja, é incapaz de separar a forma do conteúdo. É por essa razão que não se regateiam os recursos da técnica para tratar órgãos e partes do corpo, ao mesmo tempo em que se menospreza o Ser que adoece.

Em resumo, a doença é um estado que indica que o Ser deixou de estar em ordem ou em harmonia ao nível da sua consciência. Essa perda do equilíbrio interno manifesta-se ao nível do corpo sob a forma de sintoma. 

Nessa perspectiva, o sintoma é um sinal portador de informação, uma vez que através da sua aparição interrompe o ritmo da nossa vida e obriga-nos a ficar dependentes dele. 

O sintoma assinala-nos que, enquanto Seres dotados de alma, estamos doentes, ou seja, perdemos o equilíbrio das forças da alma. Informa-nos de que algo falta, acusa um defeito, uma falha. A consciência apercebeu-se de que para permanecermos sãos há algo que nos está a faltar. Essa carência manifesta-se no corpo enquanto sintoma. 

Quando se compreende a diferença entre a doença e o sintoma, deixa-se de considerar o sintoma como o grande inimigo cuja destruição deve ser o seu objetivo prioritário, passando antes a encará-lo como um aliado que o poderá ajudar a encontrar aquilo que lhe falta para poder levar de vencida a doença. 

Nessa altura, o sintoma será como o Mestre que nos ajuda a estar atentos ao nosso desenvolvimento e conhecimento, um Mestre severo que será duro conosco se nos negarmos a aprender a lição mais importante. A doença não conhece outro objetivo que não o de nos ajudar a reparar as «carências» e a tornar-nos sãos. 

O sintoma diz-nos o que é que nos falta para o compreendermos. No entanto, para isso, precisamos reaprender a linguagem dos sintomas. 

Como vimos, sabemos muito pouco utilizar, como humanos, nosso cérebro, que dirá estudar e compreender os demais? Ou seja, grande parte dele ainda é por nós pouco explorada. A mídia, a cultura, os dogmas e paradigmas convencionais, normalmente nos norteiam como pensar, agir, aceitar e conceber a nós mesmos...

Além disto, dentro destas potencialidades pouco exploradas de nosso cérebro existem aquelas que são mitificadas como algo sobrenatural, voltado ao cunho religioso, como no caso das percepções e percepções extra sensoriais, muitas comprovadas pela física quântica como Rupert Sheldrake fez em sua teoria da Mente Ampliada.

Se pouco utilizamos e conhecemos nosso cérebro, e portanto assim compreendendo que temos ainda um parco pensar, pouco sabendo sobre nós mesmos, aumentar este conhecimento sobre nós e tudo que nos cerca, envolve termos que desmistificar uma série de conceitos impostos em nós, pela sociedade, seja motivado pelo controle ou falta de conhecimento profundo sobre a vida. E, para aceitá-los, devemos preparar nosso território interno.

Antes disto, discordar do que não sabemos seria demonstrarmos como qualidade “negativa” uma atitude arrogantemente pretensiosa, (que na verdade seria ignorância) seja em que âmbito da questão for.

Por outro lado, como que para enxergarmos a luz, deva existir a sombra, existem pessoas dedicadas a entender estes mistérios pouco discutidos, na tentativa gradualmente bem sucedida de abrir uma porta em nossa janela cerebral, ou simbolicamente nossa alma, para que possamos crescer e compreender muito mais do universo e nós mesmos.

Assim foi Edward Bach e seus florais, Hannemann e a homeopatia, Mikao Usuí e o reiki, a medicina tradicional chinesa e seus princípios taoístas, Rupert Sheldrake, Amit Goswami, Fitjof Capra, Vivaldi, Mozart, Bethoveen, com suas músicas de propriedades catárticas da alma, e muitos outros...

Tudo aquilo que mentalizamos, imaginamos ou sentimos, humanos e animais, em suas proporções, toma forma numa dimensão sutil da existência, causando ação e movimento, vibrações ou ondas na atmosfera, podendo concretizar-se, projetando, alterando o ambiente, somatizando, atraindo para si um tipo de matéria e/ou criando conflitando em si, e até intercomunicar-se telepaticamente, todos conforme processo descrito acima pelas leis da física.

"A dificuldade em se aceitar as terapias holísticas e a física quântica, 
está intrinsecamente ligada à cegueira de si mesmo. 
Refugiando-se nos braços da casualidade habitual 
para a busca da cura das doenças,
investiga-se seus aspectos sob um único prisma, uma única direção." 
Safih Quelbèrt

Diante dos fatos, passemos a compreender os benefícios de algumas terapias vibracionais, como a Cromoterapia e Florais de Bach, em humanos e outros reinos como animais, aves e plantas e como aproveitar delas para uma melhor harmonia.

Cópia e Reprodução Permitidas desde que inalterado conteúdo e mencionada a fonte: WWW.VETERINARIOSNODIVA.COM.BR e minha autoria do artigo para valorizar a continuidade deste trabalho - Se você perceber, os autores pesquisados por mim, também foram respeitados e mencionados nesta página.  Obrigada!


Referências ao final da pág.38, onde finaliza este primeiro compêndio.

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*Amit Goswami 

Universo Autoconsciente - livro

A Ponte entre ciência e religião - Transcrição completa da entrevista concedida pelo físico Amit Goswami ao programa "Roda Viva" da TV Cultura.

Imagens: Telas de Salvador Dali - Fotos com animais de Gregory Colbert


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