"Não, não...ainda não precisamos procurar a homeopatia..."
 


 

Por Safih Quelbèrt - 07/2010

O título deste artigo se refere à uma resposta, quando, num telefonema que atendi, desses que tem intuito angariar fundos para  instituições filantrópicas que cuida de crianças, sugeri a utilização da Homeopatia....

Como no momento não dispunha de valores para contribuir, mas ainda assim tentando auxiliar de alguma forma, já que eles sempre e principalmente alegam necessitar de fundos para medicamentos que são caros, então eu perguntei:

"Vocês já tentaram a homeopatia? Pois de repente, pode existir algum médico que queira se solidarizar, ao mesmo tempo em que possa prestar atendimento..."

E então a pessoa doutro lado da linha me responde:

 "Não... Ainda não precisamos procurar homeopatia".

Continuei então..."Olha, ao contrário do que pareça, inclusive no SUS, a procura tem aumentado muito. Vantagens: o tratamento é mais barato e tem praticamente zero de efeito colateral, além de tratar o doente em si, não parte dele (a doença)...

Enfim. Explanei, contei dos resultados que vivi, a história de Hahneman (por cima), e a atendente cada vez mais interessada e "espantada por não conhecer tal especialidade", anotou empolgada tudinho para passar  a idéia à diretoria da instituição...

Achei super bacana e me senti muito satisfeita.Talvez o valor desta informação pudesse ser muito maior do que se eu houvesse doado 10,00.

Sou amante da Homeopatia, de Hahneman, de Edward Bach, (que aliás, vejo muito que nos cursos sequer menciona-se que ele também era um homeopata, diga-se de passagem - fato importante a ser aprofundado para a compreensão inclusive da utilização dos florais e que muitos citam como apenas um paralelo comparativo). Sirvo-me deste tipo de especialidade profissional há muito tempo, não só em meus animais, como cresci sendo amparada por ela.

E um dos fatos primordiais ao qual tenho cá minha predileção se dá principalmente pela questão do trabalhar o todo (não separando o corpo da emoção, que atenua ou alimenta a doença - seja ela animal ou humana).

Outro ponto importante também é a questão da relação minimizada ao extremo quanto aos efeitos colaterais.

Só pra ilustrar como desencargo de consciência, se você ingerir um medicamento errado, ou, que lhe cause alergia como a penicilina, pode ocorrer um choque anafilático (pra quem não sabe os riscos sérios leia um artigo sobre antibióticos e antibacterianos na sessão livros deste e-book). No caso da homeopatia, basta suspender o medicamento, substituir, aumentar ou diminuir a potência(isto o profissional que lhe dirá), que a cura progride, sem agressões maiores. Só por este benefício já seria uma boa opção ao menos para se explorar.

Mas então, como disse ser fã, a cada ligação que recebo destas instituições, sempre procuro divulgá-la, sugeri-la como tratamento tão importante quanto, explicando um pouco sobre sua atuação e principalmente custos, que é bem mais acessível, diga-se de passagem. E foi numa destas indicações telefônicas que recebi esta resposta acima.

Alegrando muitos leitores que devem se sentir injustiçados com tantas respostas como esta,  no meu caso ela veio de bom grado para me inspirar neste artigo que mais uma vez intento colocá-los à reflexão.

Como me referi acima, em janeiro agora (2010), saiu uma matéria mencionando um grande e significante aumento de procura das medicinas vibracionais na rede pública. Sim! A rede pública aprova e dispõe. Talvez nem tantos profissionais como deveria, mas dispõe e aprova:

"A procura por práticas alternativas na rede pública de saúde cresceu até 358% de 2007 a 2008, de acordo com dados do governo federal. Entre elas estão acupuntura, homeopatia e atividades como tai chi chuan e lian gong [...]".(Talita Figueiredo e Karina Toledo - O Estado de S.Paulo)

Então pergunto: Porquê será que ainda se tem tanta falta de informação à respeito desta utilização?

Bom. Sabemos que parte possa ser devido ao corporativismo da própria industria farmacêutica, dos interesses na lucratividade e investimento dos responsáveis por este nicho, enfim...Mas se pensarmos à fundo, é a relação produto x consumo é que faz a demanda, certo?   E é aqui que eu entro.

Veja. Há inúmeros trabalhos e citações sobre este uso na internet, basta procurar. E o que move a procura? Normalmente os índices apontam para quando não se tem outra alternativa, ou esgotou-se as alternativas convencionais. E diga-se de passagem, justificando a crença de muitos, obviamente nestes casos, claro, para consertar os danos, se é que pode-se dizer assim, realmente a homeopatia se torna lenta...

Mas continuando minha também reflexão sobre esta questão e sobre esta prática ainda vagarosamente divulgada, lendo outros materiais paralelos referentes à medicina veterinária, cheguei à observações importantes.

Fazendo uma pesquisa pessoal sobre uso de ração, qual melhor, porquê, etc, em comparativo à vertente da comida crua, que também apresenta altos benefícios em relação à saúde dos peludos, me deparei com uma importante entrevista em televisão divulgada no exterior, à qual num congresso sobre ração, discutindo-se sobre qualidade dos ingredientes, benefícios x lucros, contribuição na saúde e outros,  fizeram uma enquete à alguns veterinários participantes de forma que eles pudessem identificar qual ração era Premium e qual era Super Premium. Para sua surpresa, nenhum veterinário soube diferenciar conforme a composição de cada uma delas. Mas via de regra há sempre a indicação de uma, no caso da Super Premium.

Uma das justificativas foi o fato de que ainda na universidade, as grandes empresas oferecem aos alunos interessados, uma série de "vantagens" para venda do produto, melhor dizendo, convencendo-os de que é uma boa ração.

Fato é, que então, tomando o que eu já comentei em outros artigos, de que o universitário tem tanto a estudar que fica difícil se aprofundar em tudo,  vamos então selecionando, priorizando algumas coisas em detrimento de outras, ainda quando em aulas...E então, assim é a questão da ração, e assim é a referente ao tema homeopatia.

Veja. Desde a universidade, pouco se sabe ou dispõe à respeito dela dentro do período de estágio. Corrijam-me se estiver enganada. Pelo que percebo, esta especialização é uma atividade extra curriculum formativo.

Desta forma,  tomando como referência a palavra "formação" - colocar na forma (no caso do estudante, o cérebro), fica claro o porquê ainda se tem a homeopatia como duvidosa.

Uma outra pesquisa que tenho neste e-book, é sobre a quantidade de interesse e leituras extra curriculares dos estudantes. Muito pouca. Ou seja, por um lado é muita matéria e pouco tempo, por outro é pouco estímulo à leitura e ao querer saber mais.

Aí entramos na mídia. Embora a TV a cabo (que deveria ser gratuita para todos promovendo cultura de conteúdo) esteja à disposição de muitos, poucos são os que aproveitam dela com sabedoria...Isto porquê estamos numa época de consumismo, consumismo, egocentrismo, e o ser humano confunde relaxar com algo que o leve pra cima, com o rir e debochar o alheio para "relaxar".

E aí, some-se ipod pra cá, celular pra lá, gps...Tudo com base no conforto pessoal.

Então pouco se estimula a buscarmos saber mais de si. E a homeopatia diz disso.

Para encontrarmos o medicamento ideal, além dos sintomas físicos, temos que nos conhecer para relatar ao médico, ou ao medico veterinário sobre como somos, quais nossas angústias, dificuldades, ou, quais as carências de nosso mascote. Além disso, ter a sensibilidade de enxergar que nossos mascotes demonstram a todo tempo este diálogo quando doentes também nos remete a admitir que muitas vezes, nem que seja por bem, erramos...Assim, também acontece de se procurar um adestrador, quando o problema é mais fundo.

Explorando o tema, já que mencionei adestramento, gosto muito do programa do Encantador de Cães. A todo instante no sucesso de seus atendimentos, Cesar Millan menciona uma parte valiosa deste processo e que tem muito a ver com Homeopatia: de que tudo é energia. A energia que você emana ao lidar com o animal, conta deveras!.

Certa vez estava vendo um caso onde um casal tinha adquirido um cão com características propícias à grandes atividades. Como eles eram corredores, quiseram adquirir um cão que se adequasse à este esporte. Porém certo dia, em passeio, o cão se assustou durante sua caminhada rotineira e à partir daí recusava-se redundantemente à sair de casa.

Muito fora tentado à título de condicionamento, clickers, etc, em sucesso. Até que Cesar Millan lhes disse algo muito importante: Cada animal é um. Não dá para você utilizar uma forma de condicionamento como fórmula para todo animal do planeta.

"Os cães são nosso espelho. Eles captam nossas emoções, mesmo quando nós mesmos não as percebemos! A linguagem dos cães – e de todos os animais – é a da energia. Quer percebamos isso ou não, estamos constantemente nos comunicando com nossos cães por meio da nossa energia. Se estamos nervosos, eles ficam nervosos; se estamos tensos, eles ficam tensos; se estamos agitados, eles ficam assim também.

É por isso que é tão importante manter uma energia equilibrada perto do seu cachorro.

Os animais mudarão de comportamento quando os humanos também mudarem". (pequenoscaes.com.br)

Percebendo a "energia"  à qual o casal emanava ao cão durante o preparativo de cada passeio, Cesar começou a pontuar como modificar.

Em suas palavras, conforme entrevista concedida também á UOL, quando fora perguntado se ele acredita que os animais se comunicam pela energia e que podem, de certa maneira, serem reflexos do estado de espírito de uma pessoa, Cesar Millan afirma: Claro, absolutamente. O cão expressa como você se sente, mas não por palavras. Se há tensão na casa o cachorro fica tenso, se há medo ele fica com receio e da mesma forma com sentimentos positivos. Mas ele não nasce sabendo isso, ele aprende na sua casa.

Não me estendendo, referente à esta terapêutica, o cão voltara a gostar de passear novamente.

Com este exemplo, veja como o quesito "individualidade" e "energia" são preponderantes seja na avaliação humana ou animal.

Assim, a homeopatia trabalha também, e se observarmos bem, suas bases (principalmente a observação e a consideração sobre o fator individualidade ) permeiam uma série de terapias.

Veja. Por quê será que a grande maioria dos homeopatas atende à domicílio? Justamente por ver o animal "in natura" e à partir desta observação captar informações importantes para compor a anamnese e chegar ao medicamento, uma vez que emoção e doença caminham juntas seja no aspecto humano quanto animal.

Mas é compreensível.

Muitas vezes queremos ser práticos, ver um resultado logo, e assim se torna mais cômodo medicar nossos animais com algo imediatista, sem considerar que um medicamento trás outros reveses e efeitos... Porém se refletirmos bem, será que isto não pode indicar uma possível falta de envolvimento/bloqueio de se envolver?

Para que a homeopatia e tudo o mais funcione, precisamos de envolvimento, integração, e assim nos aprofundarmos mais e em tudo. Com isso, nos tornamos mais humanos. Este é o grande lance!

Numa sociedade onde caminha a praticidade, como podemos requerer solidariedade, parceria, veracidade e confiança, se nós mesmos nos fechamos à possibilidades?

Acompanhe outro ponto a refletir bem interessante. Outro dia comprei um puff por um sistema de vendas pela internet, pois tinha pressa. Por sinergia, sincronicidade, ressonância, ou o que melhor conceber (isso você irá entender melhor se assistir ao vídeo sobre Energia e Espiritualidade aqui em compêndios deste e-book), a pessoa que viera trazer-me tinha muita vivência e identificação comigo. Batemos um papo de quase meia hora... Conversando então sobre filhos, família, marido, e a demanda da sobrecarga x carências que passamos nesta trajetória...e também comentamos algo que é muito comum em se lamuriar: Nossos pais, principalmente mães, não nos ensinam esta parte árdua da maternidade e suas exigências, e descobrimos somente na raça!

E o que isso tem a ver com o tema?

Linkando esta afirmativa com este artigo que estava justamente a escrever no mesmo dia da entrega do puff (nada é por acaso), convido vocês para acompanhar meu raciocínio evolutivo:

Porquê não temos o apoio da parte masculina a qual gostaríamos  e nos frustramos quando estamos descobrindo a tarefa da maternidade e que exige muita colaboração? Obviamente porque estes homens que escolhemos como maridos, inexperientes ou mais insensíveis, não foram estimulados desde pequenos a considerar, respeitar a mulher, a perceber o que está por trás de uma atitude, a colaborar, a considerar o que passamos. O homem, o menino, via de regra, hoje em dia é estimulado para a competição, concorrência, desafio, trabalhos que exijam força. Então, tudo o que envolva emoção, para ele é muito superficial. Não é por mal.

Assim então, justificando a ponte com o tema, porquê será que grande parte dos veterinários e médicos homeopatas de sucesso são em geral mais velhos do que mais novos, e por quê os mais novos tem dificuldade em aceitar?

Muito provavelmente porquê na época dos mais velhos (ao contrário da geração ipod - individualista),  reinava um respeito, um glamour, um romantismo na sociedade à qual a mulher era tratada diferente da atualidade.Assim, aquele menino de antigamente cresceu num ambiente familiar integrado, permeado de companheirismo e respeito, o que lhe permitiu compreender e perceber o valor da emoção (vinculada e sinônimo de respeito). Por consequência, para este, é muito mais fácil aceitar as medicinas vibracionais, que além da comprovação científica,  diz de aspectos aos quais não são estranhos pra si: as emoções e suas vertentes como a psicossomática e as energias. Daí para entender a individualidade de cada ser, e que cada um é único, sendo então que medicamentos que curam nem sempre são genéricos, é um pulinho!

E o que temos hoje? Crianças individualizadas, isoladas em seus quartos com sua aparatagem tecnológica, escolas priorizando apenas o intelectual, sociedades desrespeitosas, assassinatos cruéis com mulheres, violência generalizada, relacionamentos sem profundidade...enfim. Claro, pessoas que crescem sem estas reflexões que proponho, como podem abrir possibilidade para aceitar este tipo de tratamento? Como podem requerer e querer mudar a sociedade?

Sem viajar muito, já que este assunto dá muito pano pra manga, ao meu ver, mesmo que você não tenha interesse em atuar na área homeopática, cursar ou ao menos ir conhecer, bater um papo com algum medico especialista nesta área, com certeza irá lhe acrescentar muito, lhe fará refletir muito...Que tal lhe dar esta oportunidade?

Vou contar outra historinha...Esta semana fui levar o Jean Pierre, o gato que como vocês sabem, estava para adoção sob meus cuidados e do veterinário Dr. Valdir.

Chegando lá na adotante, acompanhei a descrição da personalidade dos gatunos veteranos,para entender onde Jean ia ficar, e soube que um deles era bem dominante e briguento e os outros tem rotineiramente problemas de cistite mesmo comendo ração super premium.

Veja que coisa. Muitos falam que a ração pode culminar neste problema, mas também temos a parte genética da pré disposição...Mas agora vou acrescentar um dado: Cistite, na psicossomática se dá quando estamos tensos sem válvula de escape para relaxar...Ora, não relaxamos quando fazemos xixi? Pois bem. Nosso organismo, quando sob tensão, dentre as opções de nos alertar que algo não vai bem, escolhe a cistite como lâmpada de aviso.(leia mais sobre o que é doença neste e-book -vide índice)

Então, observando os relatos, somei A + B e concluí que para acalmar o "rebanho" das cistites seria interessante reabilitar o temperamento do gato líder, que, com sua "nervosia", agitava e estressava os demais.

Já vivi esta situação de dominância em casa, curada muito bem com um bom medicamento homeopático...2 gotas 2x ao dia, fizeram enorme diferença, sem efeitos colaterais...Idem com fitoterápicos à base de Passsiflora ao invés do tradicional Acepran, diga-se de passagem bem danoso.

Bom, sugeri, falei mais uma vez da homeopatia para a nova dona de Jean (olha, quem quiser me contratar para isso, eu vendo bem o peixe!), e ela se interessou muito.

E aí, vai mais uma valiosa dica. É praticamente ínfimo o numero de profissionais veterinários homeopatas que atenda interior de SP. Olha o nicho aí, gente!!

Descobri isso procurando nas redondezas de município, e me deparei com duas pérolas de Veterinários: Dr. Galiaço Prata e Dr. Celso Pedrini.

Gente! Que pessoas bacanas! Dr. Prata fundador do Instituto Jaqueline Pecker, e Dr. Celso, com um trabalho diferenciado, presta também atendimento à população carente no Sul do Brasil, agora também em alguns dias no Tatuapé/SP, junto à clínicas veterinárias parceiras. Seus devidos links se encontrarão no nosso "Parceiros em Destaque" - vide índice.

Então, leitores, vejam, como tem campo para atuar, nos quais muitas vezes sequer cogitamos...E o melhor de tudo é que quando se cursa esta especialização, nos tornamos outro ser humano. Pode crer!

Desta forma, convido vocês a explorarem a homeopatia, há bastante artigo neste e-book e uma infinidade na internet! Ousem se conhecer com esta oportunidade.

E se você não é profissional, leia os artigos que disponho e se dê uma chance! Não sou paga por nada do que aprovo sobre ela, mas por outro lado ela acaba sendo de muita valia para com meus animais e minha família - e com isso, obviamente rende uma boa economia de gastos de quebra!

Para finalizar, postarei abaixo alguns textos encontrados em minhas buscas via internet:

Por Quê Me tornei um Veterinário Homeopata - Antonio de Oliveira Lobão

Homeopatia na Agricultura - Carlos Moacir Bonato

Roteiro para o Veterinário Homeopata Iniciante - compêndio

 

Por Quê optei Pela Homeopatia Veterinária - Dr. Celso Pedrini

Um caso bem interessante para inspirar você, leitor!  - Dr. Celso Pedrini

PATOGENESIAS - Experimentação homeopática em seres vivos - Autores diversos

 

O Quê a Homeopatia Representa pra Você - Depoimentos diversos

Uso da Homeopatia para tratamento de Aemoncose Ovina - Alessandro Minho

Vacinação - Uma Controvérsia - Julio Costa Netto

Princípios Básicos da Homeopatia para o criador de cavalos - Dr. Elias Zoby

Obs. Existem mais artigos neste e-book, vide índice/livros

Caso queira ler mais sobre o documentário referente às Rações citado acima, clique aqui.

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